EMEL bate num carro, foge e não assume a responsabilidade

Ontem, dia 03/04/2017 na Rua Antero de Figueiredo em Lisboa, uma carrinha da EMEL que se deslocou à morada indicada para bloquear uma viatura bateu numa viatura estacionada e fugiu do local. Houve testemunha desta batida que me informou sendo que o carro em que bateram pertence à empresa em que trabalho. Entrei imediatamente em contacto com a EMEL que após me deixar cerca de 30 minutos em espera atenderam a chamada e depois de muita informação pedida lá me passou o telefone a um Sr. Luis Miguel (que não me quis fornecer identificação completa).
Expliquei a situação e solicitei apenas, como me pareceu moralmente correto, que o condutor se deslocasse ao local para preencher a declaração amigável.

Primeiro foi-me dito que o colega se deslocaria ao local, como ninguém apareceu voltei a ligar e a historia já era diferente… o colega já tinha saído de turno e o Sr. Luis Miguel falaria com ele na manha seguinte. Ora, hoje recebo uma chamada muito engraçada deste senhor a dizer que o colega diz não ter batido em carro algum (que grande novidade! como se esperasse que uma pessoa que foge do local assumisse a sua culpa!) e portanto nada feito. Recusou-se a dar-me quer a sua identificação quer a do colega que bateu na viatura.

Esta situação é além de lamentável uma imagem clara da falta de ética da EMEL, falta de moral dos condutores que a representam e fuga à responsabilidade dos superiores que além de não chamarem os seus funcionários à responsabilidade compactuam com a sua falta de ética, de civismo e de moral.

É esta a entidade que temos neste momento equiparada às autoridades? Com funcionários que são desagradáveis para as pessoas que apenas tentam obter informações para resolver de forma amigável uma situação totalmente desagradável, mentirosos e que fogem para não serem chamados à responsabilidade?

É assim que a EMEL quer que seja a sua imagem junto dos cidadãos? Uma empresa de mentirosos que foge às suas responsabilidades?

A única coisa que solicitei foi que tivessem ética e que o funcionário que decidiu bater numa viatura e fugir fosse chamado à responsabilidade.

Mas por aqui se vê o tipo de entidade com quem estamos a lidar. Não estamos a falar de erros de entendimento ou multas passadas em casos duvidosos. Estamos a falar aqui da falta de ética, moral, civismo, responsabilidade de uma entidade hoje em dia equiparada às autoridades… Para todos devia ser uma vergonha ter funcionários que se comportem com tal falta de moral e profissionalismo. Especialmente para a EMEL. Que direito é que esta entidade tem de ser equiparada a autoridade quando os seus funcionários são os primeiros a infringir a lei e fugir às suas responsabilidades?

Reclamação De: Rute Barrocas
Email: <rutessvb@gmail.com>
Nome da Empresa a quem esta reclamação se dirige: EMEL


Publicado em Emel

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