INCORREÇÕES E IRREGULARIDADES NO duty free-store do terminal 1 do Aeroporto de Lisboa

Caros Senhores

No dia 16 de março de 2018, no duty free-store situado logo após a segurança, no terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, na aquisição de um pacote de cigarros, dos identificados para destinos europeus, sem qualquer desconto em relação ao preço de venda em qualquer local em Portugal, na caixa de pagamento e após facultar o meu "Boarding Pass" à funcionária, a mesma perguntou-me se Londres era o meu destino final.

Respondi-lhe que não tinha que lhe dizer se Londres era ou não era o meu destino final, uma vez que lhe tinha entregue um "Boarding Pass", para adquirir um pacote de cigarros, compatível com todas as leis e regulamentos em vigor.

A funcionária respondeu-me que eu estava a ser mal-educado e que ela estava a trabalhar!

Por partes:
1. Nunca fui mal-educado ao recusar responder qual era o meu destino final;
2. É inadmissível que a vossa funcionária tenha tido a petulância e o atrevimento de me chamar mal-educado, coisa que repito não fui, com a agravante que o fez de forma audível e entendida pelos passageiros que aguardavam na fila;
3. A pergunta do destino final, tendo entregue o "Boarding Pass" e um pacote de cigarros sem desconto, é despropositada, e constituiu uma violação da minha privacidade, e segurança, ficando os clientes que estão na fila para pagamento a conhecer o meu destino, porque a funcionária perguntou se Londres era o meu destino final de forma audível e percetível para quem estava próximo.
4. Não conheço qualquer outro aeroporto na Europa onde o funcionário da caixa do duty free-store faça a pergunta sobre o destino final, limitando-se a verificar se existe compatibilidade legal entre os produtos a pagamento e o destino indicado no "Boarding Pass".
5. A vossa funcionária não tinha visível qualquer identificação, e reparei que os colegas nas outras caixas tinham ao peito uma placa com o nome e pendurado ao pescoço um cartão, de modo que tive que lhe perguntar o nome, tendo dito que se chamava JOANA COSTA.

Entendo que não tenho que fornecer qualquer informação para além da que é legalmente exigível. Também não tenho que ser objeto de reparos, testemunhados por outros passageiros, por parte de uma funcionária que ficou visivelmente alterada por me ter recusado a dar-lhe a resposta. Por último não entendo como pode estar uma funcionária no seu posto de trabalho sem nenhum elemento visível que a identifique

Reclamação De: Francisco Parente
Email: <f.meloparente@sapo.pt>
Nome da Empresa a quem esta reclamação se dirige: ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL


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