Alfandega do Aeroporto de Lisboa – Taxas de alfândega de uma compra num leilão online (EBAY)

Exmos senhores,
venho, por este meio, reclamar da cobrança taxas/IVA (60,32 euros) por parte dos serviços de Alfândega duma compra (RE756731331US) que fiz a um particular num leilão da Internet (EBAY) para meu uso pessoal,

Neste site são comprados objetos usados tal como em Portugal acontece com o “CustoJusto”, “OLX” e “Leilões”. Ninguém vai pagar o que quer que seja ao Estado por objetos que já foram comprados e que já pagaram os respetivos impostos.

O pagamento foi feito a um particular (John Nguyen), através do PayPal (intermediário para receber os pagamentos do EBAY); O John não não é uma empresa; é um particular como eu que posso vender artigos usados em leilões online.

Além disso, paguei 30 euros de transporte e taxas (“Shipping and handing”) para uma entrega prioritária “Firt-class mail International”, no dia 26 de abril. Recebi-a apenas hoje.

Espero ter direito à devolução daquela quantia que a meu ver é indevida, pois a venda de um artigo pessoal usado a outro particular não deveria pagar taxas/IVA, sendo para uso exclusivamente pessoal.

Com os melhores cumprimentos

Luís Reis

Reclamação De: Luís Filipe Sá Reis
Email: <lfsreis@gmail.com>
Nome da Empresa a quem esta reclamação se dirige: Alfandega do Aeroporto de Lisboa


Publicado em Alfândega de Lisboa Delegação Aduaneira Aeroporto, Alfandega do Aeroporto de Lisboa
2 comments on “Alfandega do Aeroporto de Lisboa – Taxas de alfândega de uma compra num leilão online (EBAY)
  1. Ines diz:

    Eu também importo e levo com taxas absurdas, principalmente por contarem sempre com os portes de envio, caso contrario nem nunca teriam valor para taxar. E atençao que eu compro productos de colecçao, cujo as unicas opções em portugal sao so algumas e sao falsificações. Mas comparar o ebay com o “CustoJusto”, “OLX” e “Leilões” já é falta de senso comum. Primeiramente, porque dentro da comunidade economica europeia, o que inclui portugal, nao se pagam taxas. Mas desde que seja de fora desse espaço, eles nao querem saber se é particular ou empresa, usado ou novo (embora esteja mal). Eles somam o valor total da encomenda (portes incluidos) e se exceder o valor de 45€ no total, pode-se preparar para levar com taxas, atrás de taxas. Se eu encomendo productos que nem sequer existem cá (como tal, como poderia eu prejudicar a economia?) e mesmo assim cobram-me valores absurdos, que a maior parte das vezes chegam a metade do valor da encomenda, repito, a contar com os portes, ou seja, mais de metade do valor do producto em si. E mais, se para eles nao é ems, é tudo igual. Eu paguei e-packet do japao, deveria chegar normalmente numa semana, maximo duas, já foi enviada há um mês, pois a alfandega não solta o que é meu, como sempre. Esse serviço “supostamente” aleatório, a mim escolhe-me sempre. A desculpa deles é que são muitos objectos, em portugal existe uma reduzida percentagem de importadores, tanto que eles podem “andar atrás” dos que importam muitas vezes.

    • Ines diz:

      outra coisa que me esqueci de dizer, o “John” até podia ser o seu amigo no estrangeiro a enviar-lhe PRENDAS. Sim, leu bem, prendas. Se chegava cá e suspeitavam de valor superior ao já citado, o sr. Luís ainda teria de pagar para receber uma prenda. Exactamente isso que está a ler. E o mesmo acontece com prémios de concursos ou ofertas de empresas. Se é absurdo? Claro que é.

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